Carregando cotações…
Direito

EUA Restringem 'Turismo de Nascimento' para Cidadania Automática

O decreto de Donald Trump visa dificultar a obtenção de cidadania americana por meio de viagens de lazer, afetando direitos migratórios e políticas de imigração.

Redação The Contáveis.4 min de leitura
EUA Restringem 'Turismo de Nascimento' para Cidadania Automática

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um decreto que visa restringir o chamado 'Turismo de Nascimento', prática em que estrangeiros entram no país como turistas para que seus filhos nasçam em território americano e tenham acesso à cidadania dos EUA.

O decreto busca impedir que pessoas obtenham benefícios migratórios por meio desse tipo de viagem, afetando direitos migratórios e políticas de imigração. O princípio da cidadania por nascimento vem sendo utilizado de forma indevida, segundo Trump.

Em junho deste ano, a Suprema Corte já havia derrubado uma tentativa do governo de limitar esse direito, decisão classificada pelo presidente como 'muito infeliz'. O assessor da Casa Branca, Stephen Miller, afirmou que a nova ordem executiva também pretende impedir a concessão automática da cidadania a filhos de integrantes de organizações terroristas estrangeiras e de determinadas categorias de pessoas que atuem em nome de governos estrangeiros.

O contexto imediato é que o Turismo de Nascimento é uma prática comum em países como Portugal e Espanha, onde as crianças nascidas em território nacional podem obter cidadania automática. No entanto, essa prática é vista como uma forma de obtenção de cidadania falsa e pode ser utilizada para fins de lavagem de dinheiro e terrorismo.

No Brasil, o Turismo de Nascimento não é uma prática comum, mas a cidadania por nascimento é um direito garantido pela Constituição. No entanto, a política de imigração do país é mais rigorosa do que nos EUA e exige uma série de requisitos para a obtenção de cidadania.

A reação internacional foi imediata, com críticas de países como Portugal e Espanha, que afirmaram que o decreto é um retrocesso na luta contra a obtenção de cidadania falsa. A União Europeia também se manifestou, afirmando que o decreto é inconstitucional e que os países membros da UE não podem ser afetados por essa decisão.

Implicações para o Turismo

O decreto pode ter implicações para o turismo nos EUA, pois pode afetar a obtenção de visto e a permanência de estrangeiros no país. Além disso, o decreto pode também afetar a economia do país, pois o turismo é uma das principais fontes de receita para os EUA.

Histórico da Política de Imigração nos EUA

A política de imigração nos EUA é uma das mais complexas do mundo e tem sido objeto de debate e controvérsia ao longo dos anos. O decreto de Trump é apenas mais um capítulo nessa história, que inclui a Lei de Imigração e Nacionalidade de 1952, a Lei de Reforma da Imigração de 1965 e a Lei de Imigração e Nacionalidade de 1990.

Riscos e Contrapontos

O decreto pode ter riscos para a economia dos EUA, pois pode afetar a obtenção de visto e a permanência de estrangeiros no país. Além disso, o decreto pode também afetar a imagem dos EUA no exterior, pois pode ser visto como um retrocesso na luta contra a obtenção de cidadania falsa.

O que Observar Adiante

O decreto de Trump é apenas o começo de uma longa batalha contra a obtenção de cidadania falsa nos EUA. É importante observar como a política de imigração nos EUA evoluirá nos próximos anos e como os países membros da UE se manifestarão sobre essa decisão.

O Turismo de Nascimento é uma prática comum em países como Portugal e Espanha, onde as crianças nascidas em território nacional podem obter cidadania automática. No entanto, essa prática é vista como uma forma de obtenção de cidadania falsa e pode ser utilizada para fins de lavagem de dinheiro e terrorismo.

A política de imigração do Brasil é mais rigorosa do que nos EUA e exige uma série de requisitos para a obtenção de cidadania. No entanto, a cidadania por nascimento é um direito garantido pela Constituição e é uma prática comum em alguns países da América Latina.

O decreto de Trump pode ter implicações para o turismo nos EUA, pois pode afetar a obtenção de visto e a permanência de estrangeiros no país. Além disso, o decreto pode também afetar a economia do país, pois o turismo é uma das principais fontes de receita para os EUA.

A reação internacional foi imediata, com críticas de países como Portugal e Espanha, que afirmaram que o decreto é um retrocesso na luta contra a obtenção de cidadania falsa. A União Europeia também se manifestou, afirmando que o decreto é inconstitucional e que os países membros da UE não podem ser afetados por essa decisão.

O Turismo de Nascimento é uma prática complexa e pode ter implicações para a economia e a política de imigração de um país. É importante observar como a política de imigração nos EUA evoluirá nos próximos anos e como os países membros da UE se manifestarão sobre essa decisão.

Vídeo relacionado ao tema — YouTube

Fonte:panrotas.com.brler notícia original.

Transparência editorial: reportagem produzida pela redação da The Contáveis. com apoio de ferramentas de inteligência artificial na sumarização e redação, e revisada editorialmente antes da publicação. O ângulo, a seleção de dados e o enquadramento para back-of-house hoteleiro são originais desta redação; todo material factual é atribuído à fonte primária citada acima. Encontrou um erro? Peça uma correção.

Mark

Mark

Editor responsável · Redação

Editor responsável pela The Contáveis. Acompanha o cotidiano de back-of-house hoteleiro há mais de uma década — auditoria noturna, controladoria e receita — e reescreve as matérias do dia com ângulo próprio para o mercado brasileiro. Todo conteúdo publicado é revisado editorialmente antes de ir ao ar. Fale direto: marlon@govbr.org.

256 matérias publicadasEsta matéria · 09 de agosto de 2026