Gastos extras de companhias aéreas brasileiras após guerra somam R$ 5,2 bilhões
Aumento de 49% no preço do querosene de aviação desde fevereiro de 2023 afeta fortemente a indústria aérea brasileira, com impactos significativos na gestão de custos e na rentabilidade das empresas.

A escalada do conflito no Oriente Médio desde fevereiro de 2023 trouxe consigo uma série de desafios para a indústria aérea brasileira. O preço do querosene de aviação (QAV) acumulou uma alta de 49% desde o início da guerra, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). Esse aumento tem afetado fortemente as companhias aéreas brasileiras, que tiveram um gasto adicional de cerca de R$ 5,2 bilhões em relação ao previsto.
O QAV é um dos principais componentes dos custos das companhias aéreas, e o aumento do preço desse combustível tem reflexo direto na gestão de custos das empresas. A Abear informou que o combustível passou a responder por 39% dos custos das companhias aéreas brasileiras, em comparação com 32% antes da guerra. Esse aumento pode ser atribuído à forte exposição ao mercado internacional de petróleo e derivados, que fez com que o preço do combustível praticamente dobrasse em maio, em comparação com o período anterior à guerra.
Os efeitos dessa alta no preço do QAV são sentidos não apenas pelas companhias aéreas, mas também pelos passageiros. Com os aumentos nos preços dos bilhetes, as empresas precisam encontrar maneiras de compensar os custos adicionais. Isso pode resultar em ajustes nos preços dos serviços e produtos oferecidos pelas companhias aéreas, o que pode afetar a competitividade dessas empresas no mercado.
A crise no Oriente Médio também trouxe consigo um risco de interrupções na oferta global de petróleo, especialmente devido à importância estratégica da região para o abastecimento mundial. O risco de restrições ao tráfego de navios no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no planeta, provocou uma disparada nos preços do combustível.
A Abear também destacou que as empresas brasileiras não receberam aportes diretos do governo nos últimos anos, o que as coloca em uma situação mais vulnerável em relação às concorrentes internacionais. Nesse sentido, a liberação de R$ 13,2 bilhões em crédito para as três maiores companhias aéreas do País e para a regional Abaeté, anunciada pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, em julho, pode ser vista como uma medida importante para ajudar as empresas a atravessar essa crise.
Impactos na gestão de custos
A alta no preço do QAV é um dos principais desafios enfrentados pelas companhias aéreas brasileiras. A gestão de custos é fundamental para que as empresas possam manter a competitividade no mercado. No entanto, com os aumentos nos preços do combustível, as empresas precisam encontrar maneiras de compensar esses custos adicionais.
Aumento nos preços dos bilhetes
Com os aumentos nos preços do QAV, as empresas precisam encontrar maneiras de compensar esses custos adicionais. Isso pode resultar em ajustes nos preços dos serviços e produtos oferecidos pelas companhias aéreas. No entanto, isso pode afetar a competitividade dessas empresas no mercado.
Crise no Oriente Médio
A crise no Oriente Médio também trouxe consigo um risco de interrupções na oferta global de petróleo. Isso pode afetar a indústria aérea brasileira, que depende fortemente do combustível para operar.
Liberação de crédito
A liberação de R$ 13,2 bilhões em crédito para as três maiores companhias aéreas do País e para a regional Abaeté pode ser vista como uma medida importante para ajudar as empresas a atravessar essa crise.
A indústria aérea brasileira está enfrentando um dos seus maiores desafios em anos. A alta no preço do QAV é um dos principais componentes desse desafio. No entanto, as empresas brasileiras não estão sozinhas nesse desafio. A crise no Oriente Médio também afeta a indústria aérea mundial, e as empresas brasileiras precisam encontrar maneiras de se adaptar a essa nova realidade.
A gestão de custos é fundamental para que as empresas possam manter a competitividade no mercado. No entanto, com os aumentos nos preços do combustível, as empresas precisam encontrar maneiras de compensar esses custos adicionais. Isso pode resultar em ajustes nos preços dos serviços e produtos oferecidos pelas companhias aéreas.
A liberação de R$ 13,2 bilhões em crédito para as três maiores companhias aéreas do País e para a regional Abaeté pode ser vista como uma medida importante para ajudar as empresas a atravessar essa crise. No entanto, é importante que as empresas brasileiras também encontrem maneiras de se adaptar a essa nova realidade, sem depender apenas de aportes financeiros.
A indústria aérea brasileira está enfrentando um dos seus maiores desafios em anos. A alta no preço do QAV é um dos principais componentes desse desafio. No entanto, as empresas brasileiras não estão sozinhas nesse desafio. A crise no Oriente Médio também afeta a indústria aérea mundial, e as empresas brasileiras precisam encontrar maneiras de se adaptar a essa nova realidade.
Mark
Editor responsável · Redação
Mark
Editor responsável · Redação
Editor responsável pela The Contáveis. Acompanha o cotidiano de back-of-house hoteleiro há mais de uma década — auditoria noturna, controladoria e receita — e reescreve as matérias do dia com ângulo próprio para o mercado brasileiro. Todo conteúdo publicado é revisado editorialmente antes de ir ao ar. Fale direto: marlon@govbr.org.