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Viagem Corporativa

Inteligência artificial e NDC: 5 tendências do setor de viagens corporativas

Aceleração da IA e novas tecnologias de reserva conversacional dominaram o GBTA Convention 2026, com o Brasil liderando o crescimento das viagens corporativas em 2026. O que isso significa para os hotéis e agências de viagens brasileiras?

Redação The Contáveis.3 min de leitura
Inteligência artificial e NDC: 5 tendências do setor de viagens corporativas

O GBTA Convention 2026, o principal evento global de viagens corporativas, reuniu o setor em Chicago nos dias 3 e 5 de agosto. O tema em comum entre os principais anúncios foi a aceleração da inteligência artificial no setor. Ferramentas de automação, reservas conversacionais e novas aplicações de IA dominaram as novidades apresentadas por empresas de tecnologia e gestão de viagens.

IA e automação: a nova realidade do setor

A FCM Travel apresentou um novo recurso de reserva conversacional com inteligência artificial integrado ao FCM Booking. A ferramenta permite que viajantes corporativos pesquisem e reservem viagens usando linguagem natural, com recomendações personalizadas com base em políticas corporativas, histórico de viagens, programas de fidelidade e preferências de rota. A solução estreia no Microsoft Teams e Slack, com expansão prevista para ChatGPT, Claude e Gemini via MCP (Model Context Protocol).

A FCM também reforçou que a IA foi desenvolvida para complementar o trabalho dos consultores de viagens, automatizando tarefas repetitivas e permitindo que os especialistas se concentrem em situações mais complexas, como alterações de voos e atendimento ao viajante. Isso é especialmente relevante para os hotéis e agências de viagens brasileiras, que precisam se adaptar às novas tecnologias e expectativas dos clientes.

Brasil lidera crescimento das viagens corporativas em 2026

O novo Business Travel Index (BTI) da GBTA prevê US$ 1,71 trilhão em gastos globais com viagens corporativas em 2026, com o Brasil liderando o crescimento com 13,8%. Isso é impulsionado, principalmente, pelos custos mais elevados de energia, enquanto investimentos em tecnologia e inteligência artificial seguem sustentando as perspectivas para o mercado de viagens corporativas nas Américas.

A alta demanda por viagens corporativas no Brasil é um sinal de que os negócios estão se recuperando da pandemia. No entanto, é importante notar que a demanda por viagens está crescendo mais lentamente do que a expectativa de gastos, refletindo o impacto da alta dos custos de transporte e viagens sobre a demanda.

Implicações para os hotéis e agências de viagens brasileiras

A aceleração da IA e as novas tecnologias de reserva conversacional têm implicações significativas para os hotéis e agências de viagens brasileiras. Eles precisam se adaptar às novas tecnologias e expectativas dos clientes, bem como se concentrar em oferecer experiências personalizadas e de alta qualidade. Além disso, os hotéis e agências de viagens precisam investir em tecnologia e inteligência artificial para melhorar a eficiência e a produtividade.

A alta demanda por viagens corporativas no Brasil é um sinal de que os negócios estão se recuperando da pandemia. No entanto, é importante notar que a demanda por viagens está crescendo mais lentamente do que a expectativa de gastos, refletindo o impacto da alta dos custos de transporte e viagens sobre a demanda.

Cenário internacional e histórico

O cenário internacional é marcado por uma recuperação lenta da pandemia, com a demanda por viagens corporativas crescendo mais lentamente do que a expectativa de gastos. No entanto, o Brasil lidera o crescimento das viagens corporativas em 2026, com 13,8%. Isso é impulsionado, principalmente, pelos custos mais elevados de energia, enquanto investimentos em tecnologia e inteligência artificial seguem sustentando as perspectivas para o mercado de viagens corporativas nas Américas.

A alta demanda por viagens corporativas no Brasil é um sinal de que os negócios estão se recuperando da pandemia. No entanto, é importante notar que a demanda por viagens está crescendo mais lentamente do que a expectativa de gastos, refletindo o impacto da alta dos custos de transporte e viagens sobre a demanda.

Riscos e o que observar adiante

Os riscos para os hotéis e agências de viagens brasileiras incluem a falta de investimento em tecnologia e inteligência artificial, bem como a incapacidade de se adaptar às novas tecnologias e expectativas dos clientes. Além disso, os hotéis e agências de viagens precisam se concentrar em oferecer experiências personalizadas e de alta qualidade, bem como melhorar a eficiência e a produtividade.

A alta demanda por viagens corporativas no Brasil é um sinal de que os negócios estão se recuperando da pandemia. No entanto, é importante notar que a demanda por viagens está crescendo mais lentamente do que a expectativa de gastos, refletindo o impacto da alta dos custos de transporte e viagens sobre a demanda.

Vídeo relacionado ao tema — YouTube

Fonte:panrotas.com.brler notícia original.

Transparência editorial: reportagem produzida pela redação da The Contáveis. com apoio de ferramentas de inteligência artificial na sumarização e redação, e revisada editorialmente antes da publicação. O ângulo, a seleção de dados e o enquadramento para back-of-house hoteleiro são originais desta redação; todo material factual é atribuído à fonte primária citada acima. Encontrou um erro? Peça uma correção.

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Editor responsável · Redação

Editor responsável pela The Contáveis. Acompanha o cotidiano de back-of-house hoteleiro há mais de uma década — auditoria noturna, controladoria e receita — e reescreve as matérias do dia com ângulo próprio para o mercado brasileiro. Todo conteúdo publicado é revisado editorialmente antes de ir ao ar. Fale direto: marlon@govbr.org.

307 matérias publicadasEsta matéria · 12 de agosto de 2026