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Clima

Seguros e adaptação climática no Brasil

O setor de seguros busca ampliar sua participação na prevenção de riscos e no financiamento da adaptação climática no Brasil, onde apenas 9% do PIB está protegido por seguros.

Redação The Contáveis.3 min de leitura
Seguros e adaptação climática no Brasil

O avanço dos eventos climáticos extremos está aumentando a necessidade de recursos para recuperar perdas e adaptar cidades, empresas e infraestrutura a novos riscos. No Brasil, a parcela da economia protegida por seguros ainda é pequena: apenas 9% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo Monique Cardoso, superintendente de Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

A diferença evidencia o chamado gap de proteção, que envolve a proteção de pessoas físicas, seus bens e sua vida, mas também da própria economia. Quanto menor essa proteção, maior a exposição financeira diante de eventos catastróficos e choques econômicos.

Na região Norte, a situação é ainda mais crítica: apenas 2% das atividades e pessoas estariam protegidas, considerando todos os seguros. Na avaliação de Monique, ampliar essa proteção não interessa apenas às seguradoras. A existência de diferentes mecanismos para financiar a recuperação pode diminuir a dependência dos cofres públicos após grandes choques e preservar recursos para novos investimentos.

O setor de seguros busca ampliar sua participação para além do pagamento de indenizações depois que uma perda acontece. A proposta apresentada é que as seguradoras participem mais cedo da análise de projetos, utilizando dados e modelos para identificar riscos físicos, operacionais e financeiros e indicar medidas capazes de reduzir a exposição a perdas.

A entrada do seguro ainda na estruturação de um empreendimento pode ajudar a atrair investidores ao oferecer garantias e reduzir riscos. Para Monique, essa mudança exige ainda avanços regulatórios e novos modelos que consigam incorporar benefícios ambientais ao cálculo do risco, do crédito e do próprio preço do seguro.

Seguros e adaptação climática: um desafio para o Brasil

A adaptação climática é um desafio para o Brasil, onde a parcela da economia protegida por seguros ainda é pequena. No entanto, o setor de seguros busca ampliar sua participação na prevenção de riscos e no financiamento da adaptação climática.

A importância da prevenção

A prevenção é fundamental para reduzir a exposição a perdas e choques econômicos. O setor de seguros busca participar mais cedo da análise de projetos para identificar riscos e indicar medidas capazes de reduzir a exposição a perdas.

O papel das seguradoras

As seguradoras podem participar da avaliação antes do início dos projetos ou ao longo de seu ciclo de vida, ajudando a identificar as adaptações necessárias para torná-los mais viáveis. A existência de diferentes mecanismos para financiar a recuperação pode diminuir a dependência dos cofres públicos após grandes choques e preservar recursos para novos investimentos.

A necessidade de olhar para frente ganha importância porque a adaptação climática não é apenas uma questão de proteger as pessoas e os bens, mas também da própria economia. Quanto menor a proteção, maior a exposição financeira diante de eventos catastróficos e choques econômicos.

O setor de seguros busca ampliar sua participação para além do pagamento de indenizações depois que uma perda acontece. A proposta apresentada é que as seguradoras participem mais cedo da análise de projetos, utilizando dados e modelos para identificar riscos físicos, operacionais e financeiros e indicar medidas capazes de reduzir a exposição a perdas.

A entrada do seguro ainda na estruturação de um empreendimento pode ajudar a atrair investidores ao oferecer garantias e reduzir riscos. Para Monique, essa mudança exige ainda avanços regulatórios e novos modelos que consigam incorporar benefícios ambientais ao cálculo do risco, do crédito e do próprio preço do seguro.

O setor de seguros busca ampliar sua participação para além do pagamento de indenizações depois que uma perda acontece. A proposta apresentada é que as seguradoras participem mais cedo da análise de projetos, utilizando dados e modelos para identificar riscos físicos, operacionais e financeiros e indicar medidas capazes de reduzir a exposição a perdas.

A entrada do seguro ainda na estruturação de um empreendimento pode ajudar a atrair investidores ao oferecer garantias e reduzir riscos. Para Monique, essa mudança exige ainda avanços regulatórios e novos modelos que consigam incorporar benefícios ambientais ao cálculo do risco, do crédito e do próprio preço do seguro.

O setor de seguros busca ampliar sua participação para além do pagamento de indenizações depois que uma perda acontece. A proposta apresentada é que as seguradoras participem mais cedo da análise de projetos, utilizando dados e modelos para identificar riscos físicos, operacionais e financeiros e indicar medidas capazes de reduzir a exposição a perdas.

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Fonte:infomoney.com.brler notícia original.

Transparência editorial: reportagem produzida pela redação da The Contáveis. com apoio de ferramentas de inteligência artificial na sumarização e redação, e revisada editorialmente antes da publicação. O ângulo, a seleção de dados e o enquadramento para back-of-house hoteleiro são originais desta redação; todo material factual é atribuído à fonte primária citada acima. Encontrou um erro? Peça uma correção.

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Editor responsável · Redação

Editor responsável pela The Contáveis. Acompanha o cotidiano de back-of-house hoteleiro há mais de uma década — auditoria noturna, controladoria e receita — e reescreve as matérias do dia com ângulo próprio para o mercado brasileiro. Todo conteúdo publicado é revisado editorialmente antes de ir ao ar. Fale direto: marlon@govbr.org.

319 matérias publicadasEsta matéria · 13 de agosto de 2026