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Direito

Trump restringe cidadania por nascimento nos EUA

Medidas visam combater o 'turismo de nascimento' e restringir a concessão automática de cidadania a determinados grupos de crianças nascidas no país.

Redação The Contáveis.4 min de leitura
Trump restringe cidadania por nascimento nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou duas novas ordens executivas para restringir a concessão automática de cidadania a determinados grupos de crianças nascidas no país e ampliar o combate ao chamado 'turismo de nascimento'. A medida é vista como uma tentativa de limitar o alcance da cidadania por nascimento, uma das principais bandeiras de sua política migratória.

A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou um decreto mais amplo assinado pelo presidente no início de seu segundo mandato, que buscava negar cidadania a filhos de estrangeiros sem residência permanente no país. Desta vez, o governo pretende concentrar as restrições em quatro categorias específicas: filhos de determinados funcionários de governos estrangeiros, filhos de pessoas classificadas como inimigos estrangeiros, crianças nascidas em território americano de pais estrangeiros e filhos de mulheres que tenham entrado no país de maneira enganosa com o objetivo exclusivo de dar à luz.

O turismo de nascimento é uma prática em que estrangeiras viajam aos EUA com o objetivo principal de ter seu filho em solo americano e garantir cidadania americana para a criança. De acordo com o Axios, a ordem pretende impedir a concessão do benefício quando o governo concluir que a mulher entrou no país de maneira enganosa.

A cidadania por nascimento é um direito garantido pela 14ª Emenda da Constituição dos EUA. No entanto, a Constituição já não reconhece esse direito para filhos de embaixadores e de outros diplomatas protegidos por imunidade, porque eles não estão plenamente submetidos à jurisdição dos Estados Unidos. O governo Trump pretende com o novo decreto estender essa interpretação a outros estrangeiros que trabalhem em nome de governos de outros países.

O principal foco do segundo decreto é o turismo de nascimento. A prática envolve mulheres estrangeiras que entram nos Estados Unidos, geralmente com visto de turismo ou negócios, para dar à luz em território americano e obter cidadania para o bebê. De acordo com o Axios, a ordem pretende impedir a concessão do benefício quando o governo concluir que a mulher entrou no país de maneira enganosa.

No Brasil, a cidadania por nascimento é um direito garantido pela Constituição Federal. No entanto, a prática do turismo de nascimento é uma preocupação para os governos dos países de origem das mulheres que viajam para dar à luz. A medida de Trump é vista como uma tentativa de limitar o alcance da cidadania por nascimento e evitar a prática do turismo de nascimento.

A imprensa internacional tem se dividido sobre a medida de Trump. Alguns veículos consideram que a medida é uma tentativa de limitar o alcance da cidadania por nascimento e evitar a prática do turismo de nascimento, enquanto outros veem a medida como uma tentativa de discriminar determinados grupos de pessoas.

Implicações para a política migratória dos EUA

A medida de Trump tem implicações significativas para a política migratória dos EUA. A medida visa restringir a concessão automática de cidadania a determinados grupos de crianças nascidas no país e ampliar o combate ao chamado 'turismo de nascimento'. A medida é vista como uma tentativa de limitar o alcance da cidadania por nascimento e evitar a prática do turismo de nascimento.

Consequências para as mulheres que viajam para dar à luz

A medida de Trump tem consequências significativas para as mulheres que viajam para dar à luz nos EUA. A medida visa impedir a concessão do benefício quando o governo concluir que a mulher entrou no país de maneira enganosa. A medida é vista como uma tentativa de limitar o alcance da cidadania por nascimento e evitar a prática do turismo de nascimento.

Comparação com a política migratória do Brasil

A medida de Trump é semelhante à política migratória do Brasil, que visa restringir a concessão de cidadania a determinados grupos de pessoas. No entanto, a medida de Trump é mais ampla e visa restringir a concessão automática de cidadania a determinados grupos de crianças nascidas no país e ampliar o combate ao chamado 'turismo de nascimento'.

Riscos e contrapontos

A medida de Trump tem riscos e contrapontos significativos. A medida visa restringir a concessão automática de cidadania a determinados grupos de crianças nascidas no país e ampliar o combate ao chamado 'turismo de nascimento'. A medida é vista como uma tentativa de limitar o alcance da cidadania por nascimento e evitar a prática do turismo de nascimento.

O que observar adiante

A medida de Trump é um passo importante na política migratória dos EUA. A medida visa restringir a concessão automática de cidadania a determinados grupos de crianças nascidas no país e ampliar o combate ao chamado 'turismo de nascimento'. A medida é vista como uma tentativa de limitar o alcance da cidadania por nascimento e evitar a prática do turismo de nascimento.

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Fonte:gazetadopovo.com.brler notícia original.

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Editor responsável pela The Contáveis. Acompanha o cotidiano de back-of-house hoteleiro há mais de uma década — auditoria noturna, controladoria e receita — e reescreve as matérias do dia com ângulo próprio para o mercado brasileiro. Todo conteúdo publicado é revisado editorialmente antes de ir ao ar. Fale direto: marlon@govbr.org.

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