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Tecnologia

Lei europeia sobre IA: o que significa para empresas brasileiras

A partir de agosto, a Lei de IA (AI Act) entrará em vigor na Europa, afetando negócios que desenvolvem ou fornecem soluções de inteligência artificial para clientes europeus.

Redação The Contáveis.4 min de leitura
Lei europeia sobre IA: o que significa para empresas brasileiras

A Lei de IA (AI Act) é a primeira legislação abrangente sobre inteligência artificial criada por um grande órgão regulador no mundo. Ela classifica as aplicações de IA em quatro categorias de risco: risco inaceitável, alto risco, risco limitado e risco mínimo. A primeira categoria reúne aplicações e sistemas que representam um risco inaceitável, considerados uma ameaça aos direitos fundamentais. Entre eles estão mecanismos de pontuação social realizados por governos, semelhantes aos utilizados na China, além de algumas formas de manipulação comportamental e exploração de vulnerabilidades de pessoas. A segunda categoria abrange as aplicações de alto risco, utilizadas em áreas como saúde, educação, recrutamento, concessão de crédito e serviços públicos. Elas estão sujeitas a requisitos legais específicos. Um exemplo são ferramentas que analisam currículos e classificam candidatos a vagas de emprego. A terceira categoria são sistemas de risco limitado, como chatbots, assistentes virtuais e ferramentas capazes de gerar textos ou imagens. Essas passam a exigir novas medidas, como a obrigação de informar ao usuário quando ele estiver interagindo com uma IA e a manutenção de documentação sobre o treinamento e o funcionamento dos modelos. Por fim, há as aplicações de risco mínimo, incluindo ferramentas utilizadas internamente para previsão de demanda, estoques ou processos financeiros. Essas permanecem praticamente sem novas exigências regulatórias. No Brasil, tem-se discutido sobre o marco legal da IA. O PL 2.338/2023 que trata do tema foi aprovado pelo Senado e está em tramitação na Câmara dos Deputados. Apesar de não haver ainda uma legislação equivalente, as empresas brasileiras que desenvolvem soluções de inteligência artificial ou prestam serviços para clientes europeus poderão sentir os impactos do AI Act. A principal mudança provocada pela regulamentação europeia não está na limitação do uso da tecnologia, mas na necessidade de tornar seu funcionamento mais transparente. A legislação hoje não impede que as empresas desenvolvam inteligência artificial. O foco inicial está em garantir a transparência. Se uma pessoa está interagindo com uma IA, ela precisa saber disso. Se um modelo foi treinado para determinada finalidade, isso também precisa estar documentado. O objetivo é criar confiança sem impedir a inovação. A falta de uma legislação equivalente no Brasil pode criar um desequilíbrio no mercado, pois as empresas brasileiras que desenvolvem soluções de inteligência artificial precisarão atender às novas regras europeias. Isso pode afetar a competitividade das empresas brasileiras no mercado europeu. Além disso, a regulamentação europeia pode influenciar a forma como as empresas brasileiras desenvolvem e implementam soluções de inteligência artificial. A regulamentação europeia pode criar um novo padrão para o desenvolvimento e uso da inteligência artificial em todo o mundo. A Lei de IA (AI Act) é um passo importante para garantir a segurança e a transparência do uso da inteligência artificial. Ela pode servir de modelo para outras regulamentações em todo o mundo. No entanto, a falta de uma legislação equivalente no Brasil pode criar desafios para as empresas brasileiras que desenvolvem soluções de inteligência artificial. A regulamentação europeia pode influenciar a forma como as empresas brasileiras desenvolvem e implementam soluções de inteligência artificial. A Lei de IA (AI Act) é um exemplo de como a regulamentação pode ser usada para garantir a segurança e a transparência do uso da inteligência artificial. Ela pode servir de modelo para outras regulamentações em todo o mundo. No entanto, a falta de uma legislação equivalente no Brasil pode criar desafios para as empresas brasileiras que desenvolvem soluções de inteligência artificial. A regulamentação europeia pode influenciar a forma como as empresas brasileiras desenvolvem e implementam soluções de inteligência artificial.

A regulamentação europeia e o mercado brasileiro

A falta de uma legislação equivalente no Brasil pode criar um desequilíbrio no mercado, pois as empresas brasileiras que desenvolvem soluções de inteligência artificial precisarão atender às novas regras europeias. Isso pode afetar a competitividade das empresas brasileiras no mercado europeu. Além disso, a regulamentação europeia pode influenciar a forma como as empresas brasileiras desenvolvem e implementam soluções de inteligência artificial.

A Lei de IA (AI Act) e a segurança da informação

A Lei de IA (AI Act) é um passo importante para garantir a segurança e a transparência do uso da inteligência artificial. Ela pode servir de modelo para outras regulamentações em todo o mundo. No entanto, a falta de uma legislação equivalente no Brasil pode criar desafios para as empresas brasileiras que desenvolvem soluções de inteligência artificial.

A regulamentação europeia e a inovação

A regulamentação europeia pode influenciar a forma como as empresas brasileiras desenvolvem e implementam soluções de inteligência artificial. A Lei de IA (AI Act) é um exemplo de como a regulamentação pode ser usada para garantir a segurança e a transparência do uso da inteligência artificial. Ela pode servir de modelo para outras regulamentações em todo o mundo. No entanto, a falta de uma legislação equivalente no Brasil pode criar desafios para as empresas brasileiras que desenvolvem soluções de inteligência artificial.

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Fonte:epocanegocios.globo.comler notícia original.

Transparência editorial: reportagem produzida pela redação da The Contáveis. com apoio de ferramentas de inteligência artificial na sumarização e redação, e revisada editorialmente antes da publicação. O ângulo, a seleção de dados e o enquadramento para back-of-house hoteleiro são originais desta redação; todo material factual é atribuído à fonte primária citada acima. Encontrou um erro? Peça uma correção.

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Editor responsável · Redação

Editor responsável pela The Contáveis. Acompanha o cotidiano de back-of-house hoteleiro há mais de uma década — auditoria noturna, controladoria e receita — e reescreve as matérias do dia com ângulo próprio para o mercado brasileiro. Todo conteúdo publicado é revisado editorialmente antes de ir ao ar. Fale direto: marlon@govbr.org.

166 matérias publicadasEsta matéria · 05 de agosto de 2026