O Retorno do Clássico: A História e a Relevância do Sidecar no Setor de Bebidas
O coquetel que conquistou o melhor bartender do Brasil e reviveu a sofisticação da década de 1920

O Sidecar, um dos coquetéis mais icônicos da história, voltou aos holofotes após décadas de esquecimento. A sua presença constante nos bares de Paris, Londres e Nova York no século 20 é um testemunho da sofisticação da época. No entanto, ao longo das décadas, o coquetel perdeu espaço para outras opções mais doces ou simples de executar.
A disputa sobre a origem do Sidecar é um dos mistérios da coquetelaria. A versão mais aceita atribui sua criação ao bartender irlandês Malachy 'Pat' McGarry, do lendário Buck's Club, em Londres, por volta de 1921. McGarry costumava buscar inspiração nas experiências da Primeira Guerra Mundial para batizar seus coquetéis. O nome Sidecar seria uma referência aos compartimentos laterais das motocicletas militares, usados para transportar oficiais.
A teoria ganhou força quando a primeira receita impressa do drink apareceu no livro Cocktails: How To Mix Them, de Robert Vermeire, publicado em 1922. No entanto, Paris também reivindica a autoria. Harry MacElhone, proprietário do histórico Harry's New York Bar, publicou uma receita do Sidecar no mesmo ano e, em edições posteriores de seu livro, passou a reivindicar a criação para si.
O Sidecar rapidamente se espalhou pelos bares europeus e se tornou um símbolo da sofisticação da década de 1920. A fórmula original misturava partes iguais de cognac, licor de laranja e limão. Com o tempo, a maioria dos bartenders passou a privilegiar o destilado, criando a proporção mais conhecida atualmente: duas partes de cognac para uma de licor e uma de limão.
A redescoberta da coquetelaria clássica e o interesse crescente em receitas históricas que resistem ao teste do tempo são os principais motivos do retorno do Sidecar. O interesse renovado pelo conhaque entre consumidores mais jovens também contribuiu para a sua popularização.
O Sidecar é um exemplo de como a história da coquetelaria é rica e complexa. A disputa sobre a origem do coquetel é um dos muitos mistérios que cercam a sua criação. No entanto, o que é certo é que o Sidecar é um clássico que continua a ser apreciado em bares e casas de coquetel em todo o mundo.
A Relevância do Sidecar no Setor de Bebidas
O Sidecar é um exemplo de como a história da coquetelaria pode influenciar a criação de novas receitas e a escolha de ingredientes. A sua presença constante nos bares de Paris, Londres e Nova York no século 20 é um testemunho da sofisticação da época.
A Importância da Coquetelaria Clássica
A redescoberta da coquetelaria clássica é um dos principais motivos do retorno do Sidecar. A coquetelaria clássica é uma forma de preservar a história e a cultura da coquetelaria e de criar novas receitas inspiradas em receitas antigas.
O Futuro da Coquetelaria
O interesse renovado pelo conhaque entre consumidores mais jovens é um dos principais motivos do retorno do Sidecar. No entanto, é importante lembrar que a coquetelaria é uma arte que continua a evoluir e que novas receitas e ingredientes estão sempre sendo criados.
O Sidecar é um exemplo de como a história da coquetelaria pode influenciar a criação de novas receitas e a escolha de ingredientes. A sua presença constante nos bares de Paris, Londres e Nova York no século 20 é um testemunho da sofisticação da época. No entanto, ao longo das décadas, o coquetel perdeu espaço para outras opções mais doces ou simples de executar.
A disputa sobre a origem do Sidecar é um dos mistérios da coquetelaria. A versão mais aceita atribui sua criação ao bartender irlandês Malachy 'Pat' McGarry, do lendário Buck's Club, em Londres, por volta de 1921. McGarry costumava buscar inspiração nas experiências da Primeira Guerra Mundial para batizar seus coquetéis. O nome Sidecar seria uma referência aos compartimentos laterais das motocicletas militares, usados para transportar oficiais.
A teoria ganhou força quando a primeira receita impressa do drink apareceu no livro Cocktails: How To Mix Them, de Robert Vermeire, publicado em 1922. No entanto, Paris também reivindica a autoria. Harry MacElhone, proprietário do histórico Harry's New York Bar, publicou uma receita do Sidecar no mesmo ano e, em edições posteriores de seu livro, passou a reivindicar a criação para si.
O Sidecar rapidamente se espalhou pelos bares europeus e se tornou um símbolo da sofisticação da década de 1920. A fórmula original misturava partes iguais de cognac, licor de laranja e limão. Com o tempo, a maioria dos bartenders passou a privilegiar o destilado, criando a proporção mais conhecida atualmente: duas partes de cognac para uma de licor e uma de limão.
A redescoberta da coquetelaria clássica e o interesse crescente em receitas históricas que resistem ao teste do tempo são os principais motivos do retorno do Sidecar. O interesse renovado pelo conhaque entre consumidores mais jovens também contribuiu para a sua popularização.
O Sidecar é um exemplo de como a história da coquetelaria é rica e complexa. A disputa sobre a origem do coquetel é um dos muitos mistérios que cercam a sua criação. No entanto, o que é certo é que o Sidecar é um clássico que continua a ser apreciado em bares e casas de coquetel em todo o mundo.
Mark
Editor responsável · Redação
Mark
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Editor responsável pela The Contáveis. Acompanha o cotidiano de back-of-house hoteleiro há mais de uma década — auditoria noturna, controladoria e receita — e reescreve as matérias do dia com ângulo próprio para o mercado brasileiro. Todo conteúdo publicado é revisado editorialmente antes de ir ao ar. Fale direto: marlon@govbr.org.